Londrina

Mais ‘apimentada’, linha 2018 da Harley chega a Londrina

Grande parte da linha 2018 da Harley-Davidson foi reformulada e as motos estão mais “apimentadas”, afirma o gerente da concessionária Red Wheel em Londrina, Joaquim Júnior. As maiores mudanças aconteceram na família Softail e a “pimenta” se deve às novas motorizações de 1.745cc e 1.868cc (chamadas de Milwaukee Eight 107/114). Os chassis também são totalmente novos e estão mais leves.

“Na linha 2018 praticamente todos os modelos foram modificados, apimentados, porque veio a motorização diferente, 107/114. Tirando as Sportster, todas foram reformuladas. E agora temos o lançamento da Road Glide Ultra e Special, uma das linhas mais vendidas nos EUA e que vem agora para o Brasil, da família Touring”, explica Júnior.

Os novos modelos foram apresentados pela Red Wheel no último sábado, com um grande evento. Segundo o gerente, a concessionária ainda vai receber os modelos CVO (Custom Vehicle Operations), topo de linha, de 1.923cc.

Veja os novos modelos da linha 2018 que conhecemos na Red Wheel e seus preços (divulgados pela Harley nacional):

1.Softail Slim

Motor: 1.745cc

Torque: 145 Nm

Preço: R$ 63.900

2.Breakout 

Motor: 1.868cc

Torque: 158 Nm

Preço: R$ 75.400

3.Fat Bob

Motores 1.745cc ou 1.868cc

Torque: 147 Nm

Preço: R$ 58.900

4.Fat Boy

Motores: 1.745cc ou 1.868cc

Torque: 146 Nm 

Preço: R$ 68.900

5.Heritage Classic

Motor: 1.745cc

Torque: 146 Nm

Preço: R$ 72.900

6.Road King Special

Motor: 1.745cc

Torque: 148 Nm

Preço: R$ 80.900

7.Road Glide Special

Motor: 1.745cc

Torque: 148 Nm

Preço: R$ 92.900

8.Road Glide Ultra

Motor: 1.745cc

Torque: 153 Nm

Preço: R$ 95.900

O mito atravessa gerações

O gerente da Red Wheel Harley-Davidson em Londrina brinca que o perfil do cliente da marca é de 10 a 100 anos. Para ele, a atração pela Harley deve-se, em parte, às possibilidades de customização.

“Se eu vender dez Harley exatamente iguais hoje, amanhã elas voltam dez Harley exatamente diferentes” brinca. “Não é só um produto. Tanto que Harley não tem ano. Eu posso ter uma 1940, 1950, 2018, não tem isso de ser mais nova, maior, mais bonita; você customiza do seu jeito, para a sua necessidade”, completa.

Júnior lembra que décadas atrás, além de caras, peças de reposição da marca eram inacessíveis no Brasil. Hoje, com 20 concessionárias no País e vários modelos montados em Manaus (AM), o mito se tornou possível e palpável – além de mais viável economicamente.

“A criança já nasce ouvindo o pai falar de Harley-Davidson e vai cultuando aquilo, vem passando de geração em geração há 115 anos”, afirma.

A Harley-Davidson viveu tempos de auge no Brasil abastecendo batedores militares e polícias. Com o fechamento das importações, em 1976, houve um grande período de afastamento da marca do mercado brasileiro, retornando apenas na década de 1990. Em 1999 alguns modelos voltaram a ser montados em Manaus, por um representante, e apenas em 2011 a própria Harley-Davidson assumiu as operações nacionais.

Cecília França

 

Um pensamento sobre “Mais ‘apimentada’, linha 2018 da Harley chega a Londrina

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