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Kombi: paixão que não tem idade

A paixão de Diego Maeda, 33, por sua Kombi 1975 está estampada no peito. A camiseta com a inscrição “Keep Calm que eu vou de Kombi”, comprada em um encontro de carros antigos, reflete a satisfação do proprietário ao falar da relíquia, comprada há seis anos e toda restaurada.

“Ela era de uma empresa que transportava farinha, estava acabada. Foram dois anos para fazê-la voltar a andar”, relembra. Segundo Maeda, com o dinheiro empregado na recuperação da Kombi daria para comprar um veículo novo, “e não é dos populares, não”, garante.

A Kombi chama a atenção pelos detalhes internos – como o pequeno ventilador e a manopla do câmbio em resina – além da pintura impecável, preservando as linhas originais. E mesmo depois de tanto empenho, ainda há o que fazer para deixá-la como ele deseja. “Eu diria que está 60% pronta”, estima.

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Diego Maeda e sua Kombi 1975

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Manopla do câmbio e ventilador dão originalidade ao clássico

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A paixão de Maeda por carros antigos não é herdada dos pais, mas veio “de fábrica”. Como muitos colecionadores, ele tem dificuldade em explicar o porquê deste interesse gratuito. “É uma coisa que veio comigo, meus pais não têm essa paixão”, revela.

Antes da Kombi, o jovem possuiu nada menos que oito Fuscas, modelo porta de entrada para muitos no universo antigomobilista. Sobre se desfazer da Kombi, Maeda diz que não tem intenção; já quanto a ampliar a frota… “Comprar outra eu tenho (vontade) sim”.

Fã mirim

No mês que vem, a Kombi do londrinense se juntará a outras centenas de exemplares no Dia Nacional da Kombi (DNK), evento nacional que acontece há 11 anos em Curitiba.

O DNK seria como um parque de diversões para o pequeno Thiago, que estampa no peito a imagem do clássico da Volkswagen. Prestes a completar 3 anos ele é fã incondicional de Kombis e estava com os pais no Encontro do Clube do Carro Antigo de Londrina neste domingo, onde se divertiu na Kombi de Maeda.

“A história do Thiaguinho é igual à minha”, conta o proprietário, já conhecido da família. Segundos os pais do menino, eles também não tinham interesse em carros antigos até que o interesse surgisse no filho. Hoje, são frequentadores de encontros e alimentam a paixão do pequeno.

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